BLITZ

A Rádio Atividade leva até vocês
Mais um programa da séria série
"Dedique uma canção a quem você ama".
Eu tenho aqui em minhas mãos uma carta,
Uma carta de uma ouvinte que nos escreve
E assina com o singelo pseudônimo de
"Mariposa apaixonada de Guadalupe"
Ela nos conta que no dia que seria
O dia do dia mais feliz de sua vida
Arlindo Orlando, seu noivo
Um caminhoneiro conhecido da pequena
E pacata cidade de Miracema do Norte,
Fugiu, desapareceu, escafedeu-se
Oh! Arlindo Orlando
Volte, onde quer que você se encontre
Volte para o seio de sua amada
Ela espera ver aquele caminhão voltando
De faróis baixos, e pára-choque duro.

Agora uma canção
Canta pra mim,
Eu não quero ver
Você triste assim....

 



Escrito por Eduardo Abreu às 15h35
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Publicação: Histórias e Estórias

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Escrito por Eduardo Abreu às 15h05
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Escrito por Eduardo Abreu às 18h47
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visite o meu site: 

www.contarestorias.com.br





Escrito por Eduardo Abreu às 05h47
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A Árvore do Contador de histórias

Raiz – matriz textual, tema, lenda, história, herança cultural, tradição, cultura popular, educação intergeracional.

Caule – relacionamento pessoal, afetividade, vínculo, grupo, compromisso, necessidade, organização social, instituição.

Folha – expressividade corporal e vocal, verbal e não-verbal, trabalho, construção pessoal.

Flor – ornamento, atrativo, cores, roupas, maquiagem, personagem, adereços, objetos, bonecos, estilo pessoal, identidade.

Fruto – reconhecimento, prazer, satisfação pessoal e profissional, prazer estético, brilho nos olhos, qualidade no resultado e no processo. Encontro ideal. Evento. O fruto carrega todo o potencial de uma nova árvore.

Sol – Quem é?



Escrito por Eduardo Abreu às 22h11
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Escrito por Eduardo Abreu às 13h08
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Escrito por Eduardo Abreu às 19h52
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Jogo dos Sete erros (ou mais)



Escrito por Eduardo Abreu às 14h03
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Matéria do Jornal do Colégio São José em Limeira (SP)



Escrito por Eduardo Abreu às 19h54
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Escrito por Eduardo Abreu às 14h35
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Te apresento neste instante minha língua à calejar

usando o português nesses versos popular

sou poeta, sou matuto

minha caneta é meu trabuco

na arte de versejar

 Supimpando alegorias discorrendo em glossário

léxico simplificado quase é um dicionário

se não ler pode ouvir

a história à de vir

no seguinte corolário

 Primeirando poesia seguindo à tradição

invoco experiência de um mestre da canção

como Tom é conhecido

esse Zé é meu amigo

digo é quase meu irmão

 

Tenho benção, tenho fé posso já iniciar

representar esse tropeço nessa arte de imitar

Como Aristóteles dizia

coisa que o homem já sabia

a semelhança é sem par

 A função é derivativa do contexto de quem lê

soma-se seu repertório e sua maneira de viver

desse modo é diferente

para toda essa gente

assim poder escolher

Trata-se de um exercício metrifico no sufoco

minha rima se exaurindo nesse verso que é tão pouco

Faço aquilo que eu posso

o que é meu já é nosso

         brincadeira de um louco

Pancada na minha cabeça artista à se expressar

se é esperto obedeça a vontade de falar

uma palavra vai puxando

outra vai continuando

ali no seu significar

 Enriqueci minha prosódia nessa nova ortografia

lei que rege nossas letra essa é nova eu não sabia

agora um favor lhe peço

meus senhores do congresso

vai fazer lei lá pra sua tia

 Escrivinharei como quiser dispricupado cum a regris

fazer verso livre e solto vai pro diabo que o carreguis

eu fiquei foi revoltado

to com o ovo é virado

vai do jeito que se segues

 Se por acaso não gostaste Me chamando de imbuste

Eu te chamo é de traste Que o diabo lhe assuste

Pois tudo isso é iguaria

Feito uma confeitaria

Para que o povo deguste

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Eduardo Abreu às 15h41
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Cordel sintático


 






Escrito por Eduardo Abreu às 15h28
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Minino encolhido de braço cruzado e de cenho franzido que é cara fechada.

 

 

Minino encolhido e de braço cruzado

Cenho franzido que é cara fechada

Não quer comer!

O pai olha preocupado.

Já conhece aquela história.

Não adianta rezar uma novena.

Não adianta falar, pedir, mandar o minino comer.

Que nada.

Minino encolhido e de braço cruzado

Cenho franzido que é cara fechada.

Fala de novo: Não quero comer nada!

Tudo bem. Pai paciente arruma o

Prato diferente. Bem colorido – tudo

Bonito, gostoso deve estar.

Se o cheiro é bom a comida deve

Ser boa

Por que o minino não quer comer?

O pai oferece.

- Quer arroz? Branquinho, soltinho, fiz agora mesmo. Quer?

- Não!

- Quer feijão? Grãos inteiros, caldo ralinho, sem alho e sem cebola.

Do jeitinho que você gosta. Quer?

- Não!

- Tem alface e tem rúcula. Dois tipos d everdura. Tem cenoura e tem batata

Que são legumes. Tem tomate, também, que não sei se é fruta ou legumes,

Mas sei que você gosta. Sal e azeite, quer?

- Não!

O minino não quer nada. Não quer isso e nem aquilo.

Não quer comida nenhuma.

Doente não está e a comida é gostosa.

O pai fez com carinho. Só não fez carne.

Tem bife na geladeira. Tá congelado.

Ele queria guardar para o fim-de-semana, mas tudo bem.

Minino comendo pai fica feliz.

Depois ele se vira. Inventa alguma coisa e capricha na sobremesa.

O pai pega o bife na geladeira. Descongela, tempera e frita.

Coloca um pouco de farinha por cima, do jeito que o minino gosta.

Dá até água na boca.

- E agora? Quer comer carne? Olha que gostosa, tem até caldinho.

Quer?

- Não!

O pai fica sem saber. Olha para um lado , olha para o outro.

Não tem mais nada para oferecer.

A casa é simples, sem luxo, mas nunca passaram fome.

Sempre tem alguma coisa para comer.

Para e pensa para ver se surge alguma idéia.

Brigar, dar bronca, bater no minino. Isso ele não fazia,

Ainda mais por causa de comida.

O pai ouve barulho é chave na porta.

Giram a chave destrancam mexem na maçaneta uma vez.

- Não adianta, tem de ser duas.

Tá emperrada precisa arrumar.

Quem vem chegando?

- Meio dia e vinte minutos.

É a mãe do minino. Vem do trabalho, está de uniforme.

Veio só para almoçar e depois volta a trabalhar.

Ela fica bonita de uniforme. Vem e beija o pai.

Olha o minino encolhido de braços cruzados.

Cenho franzido que é cara fechada.

Conhece bem o minino.

- Ele não quer comer.

A mãe da um beijo no minino lava as mãos

E senta silenciosamente ao lado do minino.

Dá um sorriso. Puxa o prato de comida e

Sem pressa nenhuma começa a comer.

O que acontece depois?

Acontece que o pai fica ali.

Quieto parado só olhando e sem se mexer.

Vendo só.

A mãe que come: um para ela, outro para o minino.

Um para ela e outro para o minino.

Que devorava a comida do prato que agora

Era da mãe.

O minino comeu arroz.

Comeu feijão.

Comeu alface.

Dispensou a rúcula.

E comeu tomate.

Sem se preocupar se era fruta ou legumes.

Apenas comeu.



Escrito por Eduardo Abreu às 12h59
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Esse sou eu..Edu....contando estórias com o Grupo BRINCADEIRA...



Escrito por Eduardo Abreu às 02h47
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BRINCADEIRA em Águas de S.Pedro somos de Limeira-SP



Escrito por Eduardo Abreu às 02h46
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